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domingo, 30 de maio de 2010

Booktrailer VINGANÇAS DE SANGUE

Saudações, caros notívagos!

Nesta postagem apresento à todos vocês o booktrailer que criei sobre o livro de minha autoria VINGANÇAS DE SANGUE.

Uma ficção de 288 páginas, com trama em torno das criaturas sugadoras de sangue, os VAMPIROS!

Está simples, com duração de um minuto e quarenta e nove segundos. Acho que transmite o clima do livro.

Fiquem a vontade para indicar a amigos, conhecidos e para divulgarem o vídeo em seus blogs, orkuts, twitter...

Esta é mais uma iniciativa, assim como o "Desafio Nacional", para levar ao conhecimento do público mais um livro de autor nacional!

Espero que gostem!

O vídeo já está postado no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=lAYjAzzVxDs

Comentem sobre o vídeo!

Quem quiser, me siga no twitter: www.twitter.com/kamposss

Aperto seu corpo, sinto os ossos aos poucos cedendo a pressão. Súplicas ignoradas.Logo vejo o doce líquido escarlate jorrando para minha satisfação!

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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Quadrinhos: Zé Carioca

Saudações, andarilhos da noite!

Já citei várias vezes aqui no blog CRIATURAS DA ESCURIDÃO a respeito da moda envolvendo os vampiros. Muitos dizem que já está passando, mas o que vemos na verdade, dia após dia, são mais e mais lançamentos seguindo a onda dos vampiros.
Nesta postagem apresento à vocês mais um lançamento aproveitando o modismo, desta vez ocorreu na revista em quadrinhos "Zé Carioca".

O personagem Zé Carioca foi criado na década de 40 por Walt Disney, em uma visita ao Brasil, mais precisamente ao Rio de Janeiro.





Para quem conhece o personagem, e imagino que seja praticamente todo mundo, sabe que o mesmo nada tem haver com vampiros, porém, assim como acontece ultimamente com outros personagens, deram um jeitinho de acrescentá-lo na onda vampírica do momento.
Pela capa que apresento aqui na postagem, referente a edição nº 2347, lançada pela Editora Abril, é fácil imaginar que as vendas provavelmente aumentaram neste mês. Não só aproveitaram o tema "Vampiros", mas também utilizaram do grande sucesso da saga Crepúsculo.

Porém, o miolo da revista não traz nenhuma estória baseada em Crepúsculo, como a capa sugere, na verdade traz uma estória pequena do personagem lançada originalmente em 1996, além de outras estórias que não seguem o tema vampiros.



Vampiros são personagens facilmente inseridos em qualquer tipo de estória, inclusive nas infantis e cômicas. No caso, o vampiro que é um primo distante de Zé Carioca não se alimenta de sangue, mas sim de suco de tomate, como o Zé Vampir, da Turma da Mônica. e vai até Zé Carioca para pedir ajuda para arranjar uma namorada.
A substituição do sangue por suco de tomate é uma forma de amenizar, já que o público da revista é composto em grande parte por crianças.

Podem dizer que a moda está passando, mas garanto que ainda veremos muito material aproveitando dessa onda... E se ela vai passar, não sei, mas como fã de vampiros em todos os estilos, espero que não passe tão cedo!

Eis a dica! Ficaram curiosos para conhecer? Procurem pelas bancas de sua cidade.


Qual sua opinião a respeito dos vampiros em tudo quanto é material? Curte ou não? Opine ao final desta postagem.

Venha... Não tenha medo... Tudo mudará... Sua vida patética será deixada para trás... Venha para a noite, para as sombras, para a Escuridão!

domingo, 23 de maio de 2010

Filme: Bloodrayne - Deliverance (Bloodrayne 2 - Libertação)

Saudações, notívagos!

Nesta postagem apresento mais um filme envolvendo vampiros, este, uma sequência.

O filme é intitulado "Bloodrayne 2 - Deliverance (Bloodrayne 2 - Libertação)".

O grande sucesso dos games em uma nova aventura.

Bloodrayne volta para mais
uma aventura sangrenta!





O filme Bloodrayne e sua sequência são inspirados no game de mesmo nome, voltado para várias plataformas.
A personagem principal, Rayne, é uma Dhampir (Meio humana - Meio vampira) que possui grandes habilidades acrobáticas e muita precisão no uso de suas lâminas, as Blades.


Filme lançado no ano de 2007, pela Pitchblack Pictures, distribuído pela Flashstar filmes, dirigido por Uwe Boll, mesmo diretor da primeira parte. Classificado como "Ação/ Aventura", com aproximadamente 100 minutos.

Sinopse:

"Muito excitante e repleto de ação!
Bloodrayne está de volta! Desta vez, a sensual heroína (Natassia Malthe) enfrenta uma gangue de impiedosos vampiros cowboys liderados pelo famigerado "Billy The Kid" (Zack Ward).
Em cada cena, Bloodrayne faz acrobacias espetaculares com suas lâminas mortais deixando um rastro de destruição com seus inimigos."


Elenco:

Natassia Malthe - Rayne
Zack Ward - Billy the Kid
Brendan Fletcher - Muller
Mike Dopud - Flintlock Hogan
Chris Coppola - Newton Pyles
Michael Eklund - The Preacher
Jodelle Ferland - Sally
Carrie Genzel - Bernadette
John Novak - Deliverance Sheriff
Michael Paré - Pat Garret
Michael Robinson - Mayor Holden
Jamie Switch - Vince
Michael Teigen - Franson
John Tench - Moffat
Aidan Williamson - Jessie

No primeiro filme, a personagem Rayne foi interpretada pela atriz Kristinna Loken, que, por problemas de horário em sua agenda, não participou da sequência, deixando o papel para a atriz Natassia Malthe.





Achei a estória bem fraca. O primeiro filme é melhor. Neste segundo, a estória ocorre no velho-oeste, em uma cidade dominada por vampiros, entre eles, o mais importante, Billy The Kid! Pois é, uma mistura entre Faroeste e vampiros. Não teria nenhum problema se o roteiro fosse melhor. A personagem Rayne usa pouco suas Blades, além dos vampiros se destacarem mais como pistoleiros do que criaturas da escuridão.
Se cortassem do roteiro o fato de serem vampiros, nada mudaria. Achei fraco para quem esperava ver mais dentes, sangue e elementos mais presentes em filmes de vampiros.
A ideia do diretor foi transportar a personagem para uma época mais adiantada. Gostei disso, podendo assim mostrar a evolução da personagem, inclusive com a mesma, assim como nos games, começando a usar armas de fogo, porém, repito, poderia ter dado mais ênfase no fato de se tratarem de vampiros, e menos no lado pistoleiro.

Eis a dica, assistam e tirem suas conclusões.

Já assistiu? Gostou ou não? Comente ao final desta postagem.




Em todas as épocas estivemos presentes, em todos momentos cruciais da humanidade assistimos das sombras, e seguiremos sempre a espreita, como sábios caçadores atrás de suas presas.

Abaixo, assita ao trailer do filme "Bloodrayne 2 - Deliverance (Bloodrayne 2 - Libertação)".

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quinta-feira, 20 de maio de 2010

Desafio Nacional

Saudações, noturnos!

Como estão?

Hoje falo sobre um projeto muito interessante e que me deixou feliz ao ver tantas pessoas empenhadas.

O mesmo já citei no blog VIDA DE LEITURISTA, e acho justo propagá-lo por aqui também.

O projeto foi intitulado como "Desafio Nacional", e com razão.

Eu mesmo já busquei agitar mais a galera para a leitura nacional e de independentes aqui no blog, em postagens até recentes. Acho legal agora todos se organizando para isso.

A ideia do projeto é mobilizar o público a ler e conhecer cada vez mais autores nacionais, não importando o gênero.
Sei que há diversos livros excelentes de estrangeiros, mas está na hora também de olharmos para o material produzido aqui no nosso país. Temos excelentes escritores, e muitos ainda desconhecidos, esperando a chance de mostrar seus trabalhos.
Tenho absoluta certeza que o leitor que aderir a esta iniciativa de conhecer autores nacionais se surpreenderão com oque irão encontrar.

No blog VIDA DE LEITURISTA já citei alguns autores nacionais e seus livros s e pretendo apresentar muitos outros autores, assim como farei também no blog CRIATURAS DA ESCURIDÃO.

Aqui no blog CRIATURAS DA ESCURIDÃO já apresentei livros de autores nacionais como André Vianco e Flávia Muniz.

Todos autores e leitores estão convidados a participar desta iniciativa. Vamos mobilizar o maior número de mídias possível.
Coloque no seu blog a imagem do "Desafio Nacional", apresente livros de autores nacionais. Fale sobre os que você leu. Coloque sinopse. Propague a ideia pelo twitter, orkut, chats...
Peça nas livrarias de sua cidade os livros de autores nacionais que você gostaria de ler. Assim, você começará a chamar a atenção para esses autores.
Visite os blogs dos autores, comente sobre os livros, passe o link para amigos, amigas, parentes...todo mundo!
Ah! E comecem a solicitar nas feiras e Bienais do livro a presença de autores nacionais e de espaço para independentes também! Mande e-mail para as produtoras de eventos, sites oficiais das feiras e até para secretarias da cultura das cidades do evento, assim abriremos mais espaço para a exposição dos livros nacionais.

Quem gosta de literatura envolvendo vampiros, sabe que temos grandes autores do gênero, basta o leitor dar a chance de conhecê-los.

Eu, como autor do livro VINGANÇAS DE SANGUE, sei como ainda há grande parcela da população que prefere comprar um livro estrangeiro do que nacional. Logicamente há espaço para todos, e é esta a proposta. Leiam o que querem, mas abram um espaço para a literatura nacional também, tenho certeza que não ficarão desapontados! ;)....

Siga o blog do "Desafio Nacional": http://desafio-nacional.blogspot.com/
Siga o twitter do "Desafio Nacional": http://twitter.com/DesafioNacional

Nós autores agradecemos! ;)....

Quem quiser, me siga no twitter: www.twitter.com/kamposss

O Sol me escraviza, me prende, me condena, mas a Lua liberta-me e com a ânsia de um prisioneiro, saio, livre, em busca do que quero... Sangue!

domingo, 16 de maio de 2010

Desenho animado: South Park (Episódio "The Ungroundable")

Saudações, andarilhos da noite!

Nesta postagem abordo um desenho animado diferente dos convencionais, que apresentou em um de seus episódios tema vampírico.

Imagino que, mesmo quem nunca assistiu sequer um episódio desse engraçado desenho, pelo menos já tenha ouvido falar.

O título é "South Park".




"South Park" é uma animação criada em 1997 por Matt Stone e Trey Parker, que conquistou fãs pelo mundo todo através das críticas feitas, muitas vezes bem diretas, a celebridades e governantes. Possui mais de 10 temporadas.
A estória se passa na cidade de South Park, onde vivem quatro amigos, Stan, Kyle, Eric e Kenny. Conforme foi ganhando mais e mais episódios, outros personagens começaram a ganhar importância na série, como Butters, o protagonista do episódio "The Ungroundable".

Nesse episódio, Butters fica atento a existência de um grupo de vampiros na escola, acreditando que os mesmos realmente sejam criaturas sugadoras de sangue, e na verdade, são fãs, que se vestem e agem como vampiros. Vendo sua vida complicada por causa das ordens e broncas em casa, Butters decide se tornar um vampiro, e o grupo o aceita como tal, o "transformando".



Enquanto isso, na mesma escola, o grupo de góticos começa a ficar cada vez mais irritado com o grupo de vampiros, já que todos os confundem, chamando sempre os góticos de vampiros. Não dando certo outros planos, os góticos decidem atacar o santuário dos vampiros para acabar com essa febre.
Logicamente não contarei até o final. Procurem assistir, é bem engraçado.

O episódio mostra as tribos dos vampiros e góticos, cada um com suas particularidades, porém, aos olhos de leigos, são entendidos como o mesmo grupo.

Imagino que, até aqueles que odeiem que falem mal de vampiros achou interessante o episódio. Isso mostra que vampiros realmente ainda se mantém na moda, a ponto de "South Park" inserir o tema em um de seus episódios.

Já assistiu o episódio? Gostou ou não? Opine ao final desta postagem.

Somos descritos de várias formas, isso é intencional, assim nos mantemos protegidos daqueles que pensam que nos conhecem.

Abaixo, assista um vídeo criado por fã, utilizando diversas cenas do episódio envolvendo vampiros:

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quinta-feira, 13 de maio de 2010

Campanha autores independentes

Saudações, notívagos!

Hoje quero abordar um assunto referente aos autores independentes, como eu.
Em qualquer carreira o início é sempre mais difícil, ainda mais se você não tiver conhecidos no meio profissional que deseja entrar. Nas artes, independente do tipo, nem preciso dizer que é mais difícil ainda, não é?!

Acho gratificante quando encontro mais autores que, assim como eu, correram atrás de conseguir ter sua obra impressa. Não é fácil, não é barato e o trabalho, após a obra impressa, apenas está no início, começa ai a correria para divulgar, vender na busca por seu lugarzinho no mundo literário, torcendo para chamar o interesse de alguma editora maior.



Tudo que o autor independente precisa é de apoio, começando pela mídia local, ainda mais se for de cidade do interior, mais fácil de chegar as pessoas ligadas as mídias mais influentes.

Livrarias por exemplo é bem complicado, já que o autor não está colocando muito (ou nada) sobre o valor de cada livro, porém a livraria pegará por consignação uns dez exemplares no máximo e colocará por volta de 40% sobre o valor. Imagine então, você leitor, que não está acostumado a procurar autores novos, pega um livro, o primeiro de um autor desconhecido na grande mídia, sem referências se é bom ou não, e ainda o livro sendo caro (Já que além do valor inicial há a porcentagem sobre o valor que a livraria colocou) dificilmente irá comprar o exemplar, não é?!

Recentemente, entrei em contato com algumas feiras e bienais do livro pedindo informações sobre espaço para autores independentes. Em uma não tive resposta e na outra, disse que não teria espaço para autores independentes e que eu deveria procurar a editora do meu livro para ver se ela teria estande na feira, assim poderia colocar meu livro lá. Oras, se eu sou autor independente é fácil imaginar que a editora por trás do meu livro não faz a comerciaização do mesmo, e por isso, não teria o porque de estar na feira.
A Bienal de Minas Gerais, foi quem me passou essa resposta. Ou seja, uma bienal do estado não busca apoiar os autores independentes do próprio estado?! Tudo bem, sei que as feiras do livro não são só para divulgar a literatura, porque são bonzinhos, e sim um meio de arrecadar dinheiro, afinal, os estandes não são baratos.
Mas o que acho que deveria acontecer mesmo, como grande mudança e apoio para os autores independentes seria que todas as Feiras do livro e Bienais do livro entendessem a importância desses autores e disponibilizassem espaço para a exposição e comercialização desses livros.
Calma! Não estou dizendo que as feiras devem abrir um espaço gigantesco, como os espaços vendidos (e caros) para as editoras, só acho que deveriam disponibilizar um espaço no qual seria dividido por vários autores independentes (Previamente inscritos para a vaga, afinal, não dá para colocar quinhentos autores no mesmo espaço).

Se cada feira e Beinal disponibilizasse um espaço para 10 ou 20 autores já ajudariam muito mais do que não oferecerem espaço algum.

Exemplo: A Bienal de Minas Geiras poderia disponibilizar 20 lugares, sendo 10 voltados para escritores independentes de MINAS GERAIS e 10 para autores de outros estados. O mesmo para a Bienal de São Paulo: 20 lugares, sendo 10 para escritores do estado de São Paulo e10 para escritores de outros estados.

Um exemplo bom dessa iniciativa foi o que ocorreu na V FEIRA DO LIVRO DE POÇOS DE CALDAS, organizada pela GSC eventos, que disponibilizou um estande para autores independentes. Foi o primeiro ano que tiveram a iniciativa, ainda dá para aprimorar alguns pontos, mas já foi uma grande chance aberta para os autores independentes, e que agradou o público e lógico, os autores.


Além do contato do autor com o público e a apresentação de sua obra, seria uma grande chance, de repente, de criar uma cultura na qual os editores, sabendo da presença de novos talentos na feira, procurassem visitar e conhecer seus trabalhos.

Espero que todos apoiem a ideia. Vamos solicitar que as feiras e bienais tenham esse espaço para autores idependentes, lembrando que o espaço não precisa ser um só para todos juntos. Uma ideia legal seria também colocar autores independentes espalhados pela feira. Basta um balcãozinho com espaço para colocar os livros e um banner, e garanto que o autor independente fará sua parte e estará satisfeito pela oportunidade!

Querem ajudar a tornar isso possível? Diversas feiras estão sendo criados no país, além das que continuam suas edições. Mandem e-mails para as produtoras do evento, para o site oficial da feira, para a secretaria de cultura do município, solicite a presença de autores independentes. Eu já faço isso, mas é necessário mais vozes para sermos ouvidos, ok?!

Conto com o apoio de todos, inclusive dos autores independentes.

O que achou da ideia? Comente ao final desta postagem, ok?!

Quem quiser, me siga no twitter: www.twitter.com/kamposss

Que sigam-me aqueles que possuem sede pelo líquido avermelhado e que a consciência nada mais seja do que um zumbido diante da carnificina.

domingo, 9 de maio de 2010

Existe preconceito no mundo literário?

Saudações, caros noturnos!

O tema desta postagem tem haver com vampiros, mas também poderia se estender para vários temas.

Gostaria muito que a resposta para a pergunta-título desta postagem fosse curta e simples "Não", porém a realidade é outra.

Como venho relatando a vocês nas últimas postagens, participei da Feira do livro que ocorreu aqui na cidade que moro, Poços de Caldas/ MG. Não foi a primeira participação minha na feira, porém com o livro de minha autoria "VINGANÇAS DE SANGUE", sim foi a primeira.

Achei muito gratificante quando recebi o convite para participar novamente da feira, ainda mais depois de expor o tema do meu livro, gerando um interesse ainda maior pela organização, inclusive criando na lista de apresentações da feira um bate papo sobre o assunto "Vampiros", no qual participaria eu (Kampos), mais dois autores e um tradutor.

No primeiro dia de feira fui procurar o local no qual eu poderia ficar apresentando meus livros e comercializando (Estava com o livro VINGANÇAS DE SANGUE e com edições da coletânea de tiras em quadrinhos que participei TIRAS DE LETRA).
O espaço que ficaria era designado para "Escritores independentes". Apesar da distância que o estande estava do resto do circuito (No qual ficavam editoras e livrarias), eu e os outros autores independentes presentes no estande estavamos animados para chamar a atenção do público para chegarem até os nossos trabalhos.
O interessante é que havia trabalhos bem diferenciados, assim como autores de idades diversas.
Entre as literaturas presentes no estande naquele primeiro dia, estavam: O meu (ficção de vampiros), memórias, biografias, poemas e poesias, romances e livro psicografado (Livro no qual o texto é ditado por uma entidade (espírito) para um médium que é utilizado como o instrumento para passar as palavras para o papel e propagá-las).
Nem todos os autores estavam presentes, mas buscavamos apresentar para o público que visitava o estante os trabalhos de todos.
Mais para a noite, chegou ao estande um casal, o qual a mulher era a autora e estava acompanhada do marido. Ela, autora do livro psicografado.
Tudo transcorria bem. De repente o senhor, marido da autora, chegou perto de mim e pediu para eu responder algo a ele, é lógico que aceitei responder.
Ele me perguntou se eu acreditava em vampiros. Respondi que tinha grande fascínio por tais personagens e adorava trabalhá-los na ficção. O cidadão então falou: "E se eu disser que existem vampiros?". Eu disse que tudo bem, afinal, eu já ouvi tantos pontos de vista sobre o assunto, estou sempre aberto a ouvir mais algum.
Quando imaginei que ele começaria a pontuar fatos do porque acreditar na existência de tais criaturas, ele levou a conversa para outro rumo, nesse ponto percebi o que acontecia ali.
Ele disse que sua esposa tinha o dom de psicografar e ele tinha o dom de "sentir". Relatou que quando encostou a mão em meu livro VINGANÇAS DE SANGUE sentiu uma vibração muito negativa, algo ruim. E começou a pregar que o escritor deve usar seu dom para o bem, que esse tipo de material leva o negativismo para as pessoas, levando as mesmas para o lado do mal.
Argumentei que se tratava de uma ficção, algo para o entretenimento do público.
Nesse ponto já não aguentava mais escutar algo tão absurdo. Estava eu e minha namorada ouvindo, eu sendo educado, logo apareceu a mulher do cidadão que começou a falar do título do livro que tinha algo mal também já que trazia as palavras VINGANÇAS E SANGUE. Outro autor escutava a conversa, achando um absurdo alguém julgar o livro por ter apenas encostado nele, e nem ao menos lido um capítulo.
Com muita educação defendi o lado da ficção do trabalho, expliquei que temos o dom da imaginação para podermos escapar um pouco dos nossos problemas do dia-a-dia, e que respeitava a sua opinião, porém, o cidadão era o tipo de pessoa que não aceita a opinião de outros. Quando falei para ele "E se eu disser que não acredito em psicografia?", (Falei isso como forma de descobrir como ele reagiria quando a situação fosse ao contrário. Sinceramente, eu ainda não possuo uma opinião formada, e nem conhecimentos suficientes, para dizer se acredito ou não na literatura psicografada), ele fechou o semblante, ou seja, o que ele acreditava e pregava era como uma verdade absoluta, não aberto a ouvir o que outros pensavam, ainda mais quando não batiam com seus ideiais.
Na feira havia um ator, o Clistenis, que passeava a noite pela feira vestido de Conde Drácula, para promover o bate papo sobre vampiros que ocorreria dois dias após. Quando o ator chegou em nosso estande, o cidadão que tem o poder de "sentir", ficou extremamente incomodado, sentando em um canto, com semblante mais fechado ainda, e saindo de lá só na hora de ir embora.

Moral da história: No dia seguinte o casal não apareceu mais na feira.

Na segunda-feira (Terceiro dia da feira), no bate papo sobre vampiros, um dos autores, de livro envolvendo vampiros, começou a bater na tecla de que essa literatura vampiresca é algo que deve-se ter cuidado, porque ele mesmo teve uma experiência pessoal com satanismo e por isso escreveu o livro. Lá fui eu ter que defender a ideia frente ao público de que livros de vampiros, como VINGANÇAS DE SANGUE, CREPÚSCULO, MARCADA... devem ser tratados como um entretenimento, uma ficção. Citei inclusive o que ocorreu no sábado no estande.
O autor, que tenho muito respeito por ele, mas acho que não foi feliz nos comentários frente a um público de crianças, adolescentes e pais, só esqueceu de citar que a experiência dele na verdade nada teve haver com vampiros, foi em meio um grupo de satanismo, e que o livro, no qual há o personagem Drácula, só teve a figura acrescida para criar um apelo maior a estória.

É lógico que esse papo todo de satanismo assustou os pais, sendo que a intenção era de ocorrer um bate papo descontraído sobre a moda dos vampiros nas diversas mídias.

Se já não bastasse essas ocorrências, no meio da semana mudei de lugar para divulgar mais meu livro na parte interna da feira. Estava eu e outro autor poços-caldense, o Paulo, (Autor do livro "Acaba não mundão!"), quando chegou um pessoal, uma família pelo que parecia, e juntou a mesa ao lado do autor Paulo. Até ai tudo bem. De repente, começaram a retirar os livros de dentro de caixas e eu e Paulo vimos o título, algo como: "Como viver em Cristo" (Não lembro o título exato). Na hora percebi que poderia ocorrer problemas, não por minha parte, pois não tenho nada contra, mas pelo que já tinha ocorrido na feira em dias anteriores, como relatado acima. Porém, quando a garota olhou o título do meu livro, na mesma hora correu até a mãe e a avó que arrumavam os livros, contando sobre o meu VINGANÇAS DE SANGUE. No mesmo momento, puxaram as mesas, afastando mais da minha, e se não me engano, a garota parece ter ido até a secretaria para pedir outro lugar, algo que não foi possível.

Depois de contar todas as histórias para vocês, e de ter sido protagonista, percebi o seguinte: A resposta para a pergunta-título desta postagem é, infelizmente, "SIM, há preconceito no mundo literário".
Talvez o que mais me surprendeu não foi o preconceito originado por parte do público, que é normal, afinal, estava eu em uma feira do livro, no qual públicos variados passavam, e nem todos eram obrigados a gostar do tipo de literatura que escrevo, mas sim, o que me entristeceu foi saber que o preconceito vem de autores e pessoas ligadas a literatura. Oras, isso é ridículo! Como um autor pode ter preconceito com algum tipo de obra?! Imaginava eu, na minha imensa ingenuidade, que autores tinham mente aberta, que isso era o principal ingrediente para deixar a as ideias viajarem e criarem mundos novos para tornar nossa vida menos monotónas.
Deixo claro que da parte da organização não houve nenhum preconceito, nem mesmo pelo tema do meu livro, pelo contrário, foram muito simpáticos comigo.
Digo que a feira foi um grande aprendizado para mim, no qual, mostrou-me que o mundo literário que tanto almejo fazer cada vez mais parte não é perfeito, e possui os mesmos erros que vemos no dia-a-dia em qualquer situação.
As principais pessoas que julgaram meu livro sequer pararam para ler a sinopse ou o primeiro capítulo. Julgaram por já ter algo em mente estabelecido sobre o tipo de material. E olha que literatura vampírica está aparecendo de montes neste momento em que está na moda. Imagina então se não estivesse em evidência?!

Mas garanto uma coisa, o preconceito que sofri nesses dias só me deixaram mais inspirados a escrever literatura vampírica, porque por mais ridículas as críticas, seja em palavras ou gestos, recebidas de pessoas de mentes fechadas não chegavam aos pés do que eu sentia quando alguém de longe via meu livro e corria para ler sua sinopse e relatar o quanto curtiam livros de vampiros. Com certeza o gosto de receber um e-mail de alguém que comprou o livro e levou apenas um dia para ler, dizendo o quanto adorou é muito mais emocionante e motivador.

Deixo claro que sou um autor, não tenho intenção de recrutar ninguém para o mal e nem sou o próprio demônio, apenas, como autor, permito viajar pela imaginação, por mundos inexistentes e flertar com personagens fictícios.
Sinto por aqueles que não conseguem perceber o prazer de fazer isso.

Mas sempre devemos procurar lados bons em tudo. De certo modo, me senti honrado por tais situações, afinal que grandes autores em nossa história não sofreram preconceitos pelo que escreviam, não é?! Pelo menos nisso já posso me comparar a eles!! Hehe.

Leiam o que gostam! Leiam por prazer! Não importa se são livros envolvendo vampiros, poesias, religiosos ou psicografados. Não criem conceitos antes mesmo de saber do que se trata. O mundo passa por tantos problemas por causa de pessoas que adotam ideias sem nem mesmo darem a chance de conhecer sobre o que falam.

LER, antes de mais nada, É DESCOBERTA. Não deixem que transformem a literatura também em algo ruim.

Gostaria de saber as opiniões de vocês, fiquem a vontade para relatá-las ao final desta postagem.

Use o livre-arbitrio e tome suas próprias decisões.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Cruzadinha de autores

Saudações, adoradores da noite!

Para descontrair um pouco, estou postando uma cruzadinha criada exclusivamente para a revista da programação da V FEIRA DO LIVRO DE POÇOS DE CALDAS. A cruzadinha foi criada em apoio pela "A Recreativa", especializada em revistas desse tipo de jogo.

O mais legal é que essa cruzadinha é só com nome de autores que participaram da feira do livro, entre eles, eu (Kampos), que fiquei muito honrado de ser lembrado. :)....

Está lançado o desafio, achem o meu nome na cruzadinha e dos outros autores. ;)....

(Para visualizar melhor a cruzadinha, clique na imagem)

Bom divertimento!

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Desejo seu pescoço, seu pulso, seu sangue... Sua vida!

domingo, 2 de maio de 2010

Bate papo sobre VAMPIROS no 3º dia da V FEIRA DO LIVRO DE POÇOS DE CALDAS

Saudações, noturnos!

Hoje apresento à vocês algumas fotos do 3º dia da Feira do Livro (segunda-feira - 26/04/2010), mesmo dia que ocorreu o bate papo sobre VAMPIROS, com minha participação (Kampos), do Juliano Sasseron (autor de "Crianças da Noite"), Walter Alvarenga (Autor de "Meu encontro com Drácula") e Chico Lopes (Tradutor, entre algumas obras, do livro "Morto até o anoitecer", de Charlaine Harris).



No 3º dia da Feira, cheguei por volta das 14 horas, e continuei com uma mesinha na parte externa da feira, só que, por se tratar de dia de semana, praticamente não apareceu nenhum autor independente, ficando ali apenas eu e Juliano Sasseron. A visitação foi mais de alunos de escolas com seus professores.




Juntei meu material às 18e30 para ir para o espaço do teatro onde ocorreria o bate papo. Logo começou a formar fila para os eventos relacionados à "Hora do Suspense", nome dado para os eventos da feira sobre Vampiros. O curiosos é que, mesmo pelo horário, a maior parte do pessoal na fila era de crianças e adolescentes.

Já no teatro, o evento começou com uma bela apresentação do "Grupo Terceira Idade" com uma encenação sobre Vampiros. Figurinos e música temática fizeram parte da apresentação que foi bem interessante.





Em seguida, começou a apresentação do ator Clistenis, juntamente com uma atriz (Marcilene de Oliveira) e mais um ator (Pedro Amaral). Fizeram uma encenação trabalhando um ponto mais sensual e o desejo por companhia do vampiro.
Foi interessante o trabalho de figurino e a parte musical, não necessariamente apenas com temas ligados dfiretamente aos Vampiros.
A encenação durou quase 30 minutos.

Logo em seguida, iniciou o bate papo, sendo convidados os autores e tradutor para subirem ao palco.
Chico Lopes quem iniciou. Já com bastante experiência frente ao público, falou muito bem, contando de forma resumida os vários momentos que os vampiros já tiveram na mídia.
Walter Alvarenga foi o próximo a falar, e o mesmo começou a relatar sobre a criação de seu livro e o fato do mesmo ser baseado em acontecimentos com o próprio autor.

Depois a palavra foi passada ao autor Juliano Sasseron que falou um pouco sobre seu trabalho e debateu o assunto levantado pelo Walter Alvarenga.
Por último, eu (Kampos) falei, pecando em não abordar um pouco mais sobre o livro VINGANÇAS DE SANGUE. O problema de ser o último a falar é que o assunto já havia estabelecido um rumo, até um pouco fora do assunto pretendente para o bate papo, e nessa linha fui obrigado a seguir.

No final, cada participante do bate papo recebeu um "kit do autor", oferecido gentilmente pela produção da Feira. O Kit apresenta uma sacola com flyers, revistas sobre o evento, um pote de doce, sabonetes artesanais e um peso para papel em formato de estrela, que gostei muito.
Obrigado!! :)....



Analisando a "Hora do Suspense" percebo alguns problemas e equívocos.
A peça do "Grupo da Terceira Idade" foi boa, rápida sem adentrar em detalhes no assunto, até ai tudo bem.

O problema começou a partir da apresentação do casal, Clistenis e a atriz. A atuação deles foi muito boa e eu curtir bastante, mas imagino que, assim como nós do bate papo, eles não esperavam que haveira um público tão jovem na plateia e por isso trabalharam em um roteiro mais sensual, o que, conforme chegou a informação, desagradou um pouco aos pais que acompanhavam os filhos.


O problema persistiu no bate papo, que até então, na minha visão e do Juliano Sasseron, deveria ser algo mais descontraído, falando sobre nossos livros e vários outros que tem chamado a atenção do público, como Crepúsculo, Marcada e tantos outros. Mas o autor Walter Alvarenga entrou em um assunto pesado para o público que estava ali para ouvir falar sobre ficção envolvendo Vampiros. O autor começou a relatar a forma como surgiu seu livro, citando satanismo e coisas do tipo no qual esteve envolvido sem seu consentimento, chegando a citar que vampiros são criaturas do mal e que deve-se tomar cuidado com o que se procura por ser algo negativo. Isso fez com que, Juliano e eu tentassemos defender nosso ponto de vista de que a literatura vampírica, no nosso caso, buscava levar o entretenimento de uma FICÇÃO para os leitores.
O bate papo ficou quase todo nesse ponto de "realidade versus ficção", o que não agradou o público mais novo que foi ouvir sobre vampiros mais atuais da ficção e também desagradou bastante pais e professores que não gostaram das citações sobre satanismos e coisas do gênero.

Ainda me considero novato nessa linha de falar frente ao público. Aos poucos venho ganhando experiência. No palco tinhamos pelo menos duas pessoas que já possuem tal experiência, que eram Chico Lopes e Walter Alvarenga, e eu e Juliano que não somos ainda tão experientes.

Em meu ponto de vista acho que, todos os paticipantes do bate papo, ao constatarem o público que estava presente: crianças, adolescentes, pais e professores, deveriam levar o bate papo para um lado mais light, algo que eu tentei, mas como disse, ainda não possuo uma grande experiência frente ao público e acho que, nenhum dos autores deveria citar o Vampiro como algo tão negativo, ou citado satanismo.

Deixo claro que a minha crítica aqui não busca denegrir a imagem de ninguém e nem mesmo desmerecer seus trabalhos, até porque a crítica também aponta meus equívocos no bate papo. Agradeço imensamente a participação de todos atores, atrizes, autores e tradutor que, sem querer levantaram uma questão importante no assunto "Vampiros", ou seja, a diferente visão que cada um tem sobre o assunto. Alguns abordando a comédia, outros relatando a realidade, outros o lado sensual e outros expondo a ficção.

Foi interessante, como forma de aprendizado. Agradeço demais o convite e o espaço aberto pela Feira do Livro, e prometo que em uma próxima oportunidade, eu prepararei uma palestra light, falando sobre vampiros, voltado principalmente para os adolescentes, ok?!

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A doce primeira mordida é o início do extase, do prazer e da satisfação.
 
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